Ou sou eu que começo a ser muito desconfiada, ou andam a tentar manipular-me com diferentes estratégias....
Assim, analisando o caso, objetiva e pragmaticamente de frente, há dois problemas para atingirem o fim previsto:
Problema 1: já sei onde isto vai dar;
Problema 2: não é o meu problema.
FIM
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sábado, 29 de fevereiro de 2020
quarta-feira, 8 de maio de 2013
quinta-feira, 15 de março de 2012
good or bad?
Good girls play hard...bad girls just want to play.
Good girls want to own the ball, bad girls just want to borrow it.
Good girls play for keeps...bad girls play for fun.
Good girls take the game of life too seriously, bad girls enjoy the spirit of the game.
Good girls are attached to rules,bad girls know the value of freedom.
In the end
"good girls go to heaven but bad girls go everywhere."
sábado, 3 de março de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Hoje recebi um abraço....
…num daqueles momentos em que nos sentimos pequeninos, e indefesos e que por mais que tentemos evitar o desabafo, as lágrimas começam a rolar teimosas e denunciadoras descaradas de um estado de alma que há muito controlamos. Apercebemo-nos que não somos capazes de controlar tudo, sempre…, não somos grandes o suficiente para resolver a nossa vida e a dos outros…simplesmente não conseguimos.
Nestes momentos, lembro-me das palavras de Fernando Pessoa …”Tudo o que penso ou medito, fica sempre pela metade. /Querendo, quero o infinito, fazendo, nada é verdade…” e agarro-me a isso e luto para que seja verdade …Não para que chegue ao infinito, mas para que apenas algumas coisas básicas da vida se concretizem. Nada de grandioso…
E foi neste momento, de fraqueza, de desilusão, de desespero silencioso que uma senhora de uma sensibilidade extraordinária me deu um abracinho. Senti-me quentinha por dentro e respirei…
domingo, 29 de janeiro de 2012
Dividida entre dois países - o coração e a cabeça, num e o corpo e a mente, o espírito indomável e empreendedor,noutro. Não restam muitas hipóteses de concretização de futuro aceitável para os jovens do nosso país, a não ser as que passsam pela emigração. Levam a juventude e o seu génio para outros que o sabem , ou não, apreciar, mas que pelo menos os remuneram melhor pelo trabalho aí desenvolvido.Nao esperem que eles tragam mais tarde o que lhes não deram a eles - oportunidade e confiança. Foram-lhes retiradas as esperanças e mostrada a saída do país.
Srs políticos, não lhes peçam que vos paguem as "pequenas e modestas" pensões com que pretendem "humildemente" viver no fim dos vossos gloriosos mandatos...it is NOT going to happen!!!
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Irra!!!!
...e há dias assim! Por mais que exliquemos o funcionamento da "maquineta", há quem teime em contrariar as "instruções do fabricante".
Não é que tenhamos tendência para perder a paciência. O facto é que ela não existe para tipos destes.
Não se perde aquilo que não se têm!
É simples de entender e mais simples de viver se for imediatamente entendido, porra!
Não é que tenhamos tendência para perder a paciência. O facto é que ela não existe para tipos destes.
Não se perde aquilo que não se têm!
É simples de entender e mais simples de viver se for imediatamente entendido, porra!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
domingo, 20 de novembro de 2011
Corremos Dentro dos Corpos
Como o sangue, corremos dentro dos corpos no momento em que abismos os puxam e devoram. Atravessamos cada ramo das árvores interiores que crescem do peito e se estendem pelos braços, pelas pernas, pelos olhares. As raízes agarram-se ao coração e nós cobrimos cada dedo fino dessas raízes que se fecham e apertam e esmagam essa pedra de fogo.
Como sangue, somos lágrimas. Como sangue, existimos dentro dos gestos. As palavras são, tantas vezes, feitas daquilo que significamos. E somos o vento, os caminhos do vento sobre os rostos. O vento dentro da escuridão como o único objecto que pode ser tocado. Debaixo da pele, envolvemos as memórias, as ideias, a esperança e o desencanto.
José Luís Peixoto, in 'Antídoto'
Como o sangue, corremos dentro dos corpos no momento em que abismos os puxam e devoram. Atravessamos cada ramo das árvores interiores que crescem do peito e se estendem pelos braços, pelas pernas, pelos olhares. As raízes agarram-se ao coração e nós cobrimos cada dedo fino dessas raízes que se fecham e apertam e esmagam essa pedra de fogo.
Como sangue, somos lágrimas. Como sangue, existimos dentro dos gestos. As palavras são, tantas vezes, feitas daquilo que significamos. E somos o vento, os caminhos do vento sobre os rostos. O vento dentro da escuridão como o único objecto que pode ser tocado. Debaixo da pele, envolvemos as memórias, as ideias, a esperança e o desencanto.
José Luís Peixoto, in 'Antídoto'
sábado, 29 de outubro de 2011
"É Impossível Fazer Amor sem um Certo Abandono Mas é exactamente isso que é supreendente em ti: tu gostas de dar prazer. Gostas de fazer do teu corpo um objecto agradável, gostas de dar prazer com o teu próprio corpo: é precisamente isso o que os ocidentais já não conseguem fazer. Perderam completamente o sentimento da dádiva. Mesmo esforçando-se, não conseguem assumir o sexo como uma coisa natural. Além de terem vergonha do seu corpo, muito diferente do corpo das estrelas pornográficas, também não sentem uma verdadeira atracção pelo corpo dos outros. Ora, é impossível fazer amor sem um certo abandono, sem a aceitação, pelo menos temporária, de um certo estado de fraqueza e de dependência. Tanto a exaltação sentimental como a obsessão sexual têm a mesma origem, resultam ambas do esquecimento parcial do eu; é algo que não pode acontecer sem que a pessoa perca alguma coisa de si mesma. E nós tornámo-nos frios, racionais, extremamente conscientes dos nossos direitos e da nossa existência individual; primeiro que tudo, queremos evitar a alienação e a dependência; além disso, vivemos obcecados com a saúde e com a higiene: e não são essas as condições ideais para fazer amor."
Michel Houellebecq, in 'Plataforma'
Michel Houellebecq, in 'Plataforma'
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
sábado, 10 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
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