sábado, 3 de setembro de 2011

...mas qual é o 'eu' que sobrevive?
aquele que as pessoas vêem,
ou aquele que eu julgo ser?
(yukio mishima)
Simplista ou Simplificado?
Não estando propriamente na idade dos porquês, mas sem dúvida numa época de um questionar inadiável, sinto o sentido de humor e o optimismo a murchar... Na verdade estão tão moribundos, que, não querendo recorrer a termos religiosos(Religião - a mais velha e a melhor campanha de marketing alguma vez conseguida) mas que, à falta de melhor vocabulário, terei que usar, só um milagre os poderá salvar!
Adiante! Então vejamos - O que é que motiva ou sempre tem motivado as pessoas? O que causa maiores conflitos desde tempos imemoriais?
Dinheiro e poder.
Como é possível tanto "culambismo" junto por um poder que nem é real?!
"Há momentos em que é preciso escolher entre viver a sua própria vida plenamente, inteiramente, completamente, ou assumir a existência degradante, ignóbil e falsa que o mundo, na sua hipocrisia, nos impõe."

Oscar Wilde

domingo, 28 de agosto de 2011

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Pink gossip is harmless but the black kind is a really a stab in the back...and feels like it, too!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Sentir e Pensar


A eterna guerrilha entre o sentimento e a razão...A verdade é que quando um sentimento parte, por mais "cola" que usemos para o consertar, não esquecemos que a fissura está lá!
Sinceramente, às vezes nem sei qual deles atrapalha mais as relações humanas - o cérebro ou coração! Shitty life...sometimes....

segunda-feira, 20 de junho de 2011

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Gosto daqui...e dali...e dacolá...
Não gosto de estar muito tempo no mesmo sítio.
Sei de onde sou, mas não quero saber muito para onde vou.
Sei para onde não quero ir e isso ajuda muito no percurso a escolher.
O resto...é aventura!
Ruralidades
Se há as desvantagens habituais de se viver longe dos centros urbanos, onde tudo está, todos vivem e onde tudo acontece, também há coisas boas que nos fazem lembrar que viver nem sempre está no passo apressado e no trato impessoal do passageiro do comboio, do metro, do autocarro apinhado, do indivíduo que rosna, quando apertado, que se contorce no balanço e solavanco da máquina, daquela engrenagem que o devora e engole a cada dia, para o regorgitar à noite,amarrotado, amassado pela vida, feito em papa.....
Há qualidade de vida quando se pode ir a pé para o emprego, a cinco minutos de casa, falar a cada pessoa na rua, tratá-la pelo nome, desejar "Bom Dia", não apenas por educação ou obrigação de se ser educado, mas porque efectivamente se quer!
Eu conheço-te, tu conheces-me...
Será? Talvez!
Tenho dúvidas de que qualquer ser humano conheça integralmente outro.
É certo que a convivência, ao longo dos anos, nos faz ter um conhecimento alargado do ser que connosco vive diariamente. Sabemos de cor as rotinas, os hábitos, as expressões e os trejeitos, as manias, as qualidades, os defeitos, aleatoriamente e em cada movimento, em cada gesto, em cada palavra, em cada silêncio…
Por vezes não nos sabemos na totalidade… mas vamo-nos adivinhando e, tacteando a sensibilidade e a disponibilidade de cada um, caminhamos juntos.
Mas, conhecimento mesmo, absoluto?…não sei! Só os deuses, talvez, tenham esse poder!